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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Um pouco para nós, outro pouco para o outros

Por que temos tanta dificuldade em entender
o outro,
e achamos que o outro tem obrigação de nos entender?
Por que achamos que o outro precisa aceitar o
nosso modo de ser, quando nos é difícil aceitar
o modo de ser do outro?
por acaso, todos não temos
o direito da escolha? e porque não damos
o direito do outro sair da nossa vida quando
deixamos de ser interessante para ele, se quando
ele não mais for interessante para a gente, a gente
também vai embora?
Por acaso, não somos todos iguais, ou nos
julgamos tão superiores aos outros para
não aceitarmos rejeições?
Só nós podemos rejeitar?
Não podemos querer a frente das coisas,
 olhando de lado.
O céu que nos cobre não cobra a luz da manhã,
e no entanto, nos dá o seu brilho sem se cansar.
mesmo nos vendo, as vezes, desanimados
e tristes.
Precisamos entender que nem tudo faz sentido,
mas que, mesmo sem fazer sentido, continuamos na lida.
E que, depois de concluída a tarefa do dia,
o bom mesmo é descansar.
Tudo á seu tempo se faz no acaso, e se no acaso
tudo se faz, só nos resta esperar.
Não podemos medir sentimentos alheios, então,
quando as coisas não andam bem como a gente pensa,
o melhor a se fazer é respeitar.
A fé melhora a aparência,  é o motor da
esperança que nos da uma melhor
condição para seguir.

Herta Fischer






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