Total de visualizações de página

Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Mundo das ilusões

Eita mundão dos deuses!
É o deus beleza, o deus riqueza, o deus poder.
Quem pode mais?
A mídia faz qualquer coisa para defender o seu,
e a massa ama ser enganada.
Você paga caro por produtos enganosos, que
prometem até prolongação da vida.
E quando você cai na real, lá se foram as suas
economias, e muitas vezes até a sua saúde.
São tantas as propagandas de carros, de cosméticos,
de celulares, e o povo jogando o produto do
seu suor no lixo.
Enquanto uns padecem, outros riem a toa. Quanto
mais enganam, mais divertido fica.
Eu nunca entenderei o que faz com que as
pessoas não tenham consciência dos enganos
da vaidade.
O que leva a massa a correr atrás de alegrias tolas?
Mostram-se,  arrumam-se, desdobram-se para serem aceitas
por meio do conceito errôneo de "o ter", para destacar-se.
E, na maioria das vezes, só encontram com a frustração.
Quase ninguém mais se valoriza pelo que é, a maioria
acha que o dinheiro é o chamariz do amor, da felicidade e
do prazer.
Todos querendo ser artistas, como se a tela da vida fosse
tela de cinema.
Querem viver um grande amor, mas não querem mostrar o
rosto lavado. Querem formar família, mas não querem ser pais,
querem tudo e acabam ficando sem nada.
Geração burra. Seria tão mais fácil e menos sacrificado se
não dessem tanta importância para a aparência.
A aparência passa, e no dia em que ela passar, já não restará
mais nada a não ser depressões e tormentos.

Herta Fischer.









Nenhum comentário:

Postar um comentário