quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Talvez um dia

Quem sou eu ? 
Né!
Sem faculdade, sem conhecimentos...
mas, com uma vontade louca de estar com vcs.....
Tudo bem.!.
Nem sou luz, nem sou trevas.
Apenas uma pequena estrela querendo brilhar entre as outras
que também recebem a luz solar.
Quem me dera tivesse um pouco de malandragem,
para fazer efeito, para imitar os que se divertem
em atropelar para serem ouvidos.
Eu...
simples doméstica,
entre sacos de roupas sujas,
encaro minhas surpresas, meus desafios,
nas mãos calejadas um sentimento
real...de lutas, de fraquezas,
mas com vontade de ser......
de poder ver o dia se encantando
com minha presença....
Passo!
talvez, sem aplausos,
talvez, no talvez..
eu estou indo!!!!!!
Herta Fischer.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Sorrisos soltos, vida em disparada

Bom, hoje vou praticar yoga, preciso de folga de mim.
São 2,845 dias de história, já daria um bom livro.
Porém, gosto de me ver ativa e com saúde,
mesmo que para isso, as vezes, a vida me pregue peças. Gosto de sorrir.
Sei que minhas vitórias são nos dias bem-vindos, na qual, como um
perfeito cavalo alado, me inspiro em minhas asas.
Não me considero bonita, mas, Aquele que me fez é perfeito!
Então me alegro em Sua perfeição.
Mesmo com muitos escorregões, rios atravessei.
 me alegrando com a natureza que se renova a minha volta.
Não sou santa, mas, estou viva e forte.
Boca tenho para falar,
e um coração para amar.
Embora não ame corretamente por causa da impureza,
me alegro em servir. Se no pouco somado se faz muito,
muito ainda quero ser.
Nem pretendo mudar o mundo, pois isto seria impossível.
Quero fazer valer a pena
 o mundo onde eu mesma possa criar.
São tantos os caminhos, mas ainda ando no meu,
 dele não me afasto, pois dele posso fazer um caminho melhor
onde muitos possam andar sem tropeçar.
Talvez o tempo me escape, talvez não me espere,
no entanto, abuso dele para ser o que ainda não sou.....
Herta Fischer.





quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Ilusões de percursos

Quanto muito as vezes só respiro, tenho vontade de ir além, mas só se tivesse asas.
Sou imperatriz dos meus acasos, simbologia em trauma.
Só se ganha onde se planta, o resto é roubo, ou perda, sei lá!
Cicatrizes profundas, onde só havia dor, agora só lembranças de águas passadas,
de leites derramados, do poder sem ação.
Coração de sertanejo morando na cidade, ou de cidadão morando no sertão.
Quer, mas não pode, pode mas, não quer, ou quer e não alcança, ou alcançando perde a graça.
Esse é o caminho! dizem alguns:
Mas, que caminho? pergunto eu:
Ando, ando, mas não chego, procuro e procuro e não encontro, e quando acho eu me perco, e se me perco, perco o caminho.
De lutas em lutas a vida passa, até nas construções dos sonhos tudo é dúvida, e no melhor dos  dias, ainda tudo é canseira.
O que para alguns é provações, para outros, são castigos, mas quem se livra do dia mau?
Nas alegrias sorrimos, nas tristezas choramos e nas perdas nos consolamos em saber que tudo é vão.
Tudo passa num lampejo e o  que é novo envelhece, e o que era vira passado  e o futuro também fica para trás.
Então, o que nos resta?
Viver o dia e suas comédias!
Comer o pão com alegria,  e na satisfação de quem ainda vive, não planejar, mas assumir os compromissos junto com aqueles que conosco esperam pelo dia da consolação.

Herta Fischer.







Sigo as cegas

Olho, mas raramente vejo,
tudo passa a distancia,
e eu nessa ânsia,
ao perceber, já passei,
Não navego, boleio,
não trafego, me arrasto,
e sem querer sou curetado,
como estilingue e seu elástico.
Um pouco pra viver,
outro pouco pra morrer,
vou criando meu espaço.
Mesmo sem querer vou as cegas,
escalando os mais altos muros,
como curiango em seu passeio,
caçando no escuro.
E quando tudo passar,
a luz me fará ver,
que tive tudo nas mãos,
mas, sem ver e sem sentir,
botei tudo a perder.
Herta Fischer.




terça-feira, 22 de outubro de 2013

Férias de mim....

Desculpe-me! Hoje estou de férias.

Longe estou das regras, das leis, dos domínios.
Quero ser eu mesma, para poder me compreender melhor,
Me compreendendo, talvez,  eu te entenda.
Fazemos jus a natureza, não somos mais, nem menos,
apenas um punhado de querer.
Uma nuvem de fumaça que ao sabor do vento vai se dissipando,
E que, se não tivermos um certo cuidado, arrastamos
outros em nossas neuroses.
Colocamos a vida em último plano, o que nos importa são os acúmulos,
só nos satisfazemos quando adquirimos ou desejamos continuar desejando.
Mesmo com o copo cheio, queremos mais, até transbordar e molhar o chão.
E o nosso coração não se cansa de cobrar.
Todas as palavras que nos vem a boca, antes passa pelo coração,
mesmo quando falamos dos outros.
Se o sentimento é ruim, as palavras ferem,
se boas, as palavras edificam.
Mas, infelizmente, na ânsia dos desejos de sermos santos aos olhos alheios, muitas vezes somos cruéis ao julgar os outros.
Ansiosos demais em nos precavermos, em nos guiarmos por nós mesmos, achamos que nos cabe o salario de juiz, de carrasco e ditador.
Ah! Se as pessoas se compreendessem, se realmente procurassem pelo seu melhor. Provavelmente encontrariam mais compreensão em tudo,  por certo, o amor fluiria como um manancial, e tantos  encontrados com a garganta seca,  encontrariam  o refrigério de águas calmas e límpidas que os fariam conhecer o verdadeiro prazer de viver.
Por isto, hoje, entrei de férias do mundo, quero ficar longe de tudo, para poder ficar no som de mim mesma, ante o desprazer de fazer parte dos que julgam sem razão....

Herta Fischer.



sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Genérico amor


Ah, esse amor que engenhosamente toma conta,
e depois foge como pássaro
numa arapuca mal armada,
Que domina, que sustenta e como pau podre nos despenca.
Ah, esse falso amor, que só quer quando quer,
dá um punhado de açúcar, e como formiga na cana,
nos engana e nos enfrenta.
Vento forte, ventania, que por onde passa, nos arrasta,
nos derruba , nos arrebenta.
Cobrador de sentimento, que nada oferece,
a não ser escuridão.
E depois logo se afasta
deixa sangrando um coração....

Herta Fischer.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Que permaneça enquanto dure

Num horizonte incerto eu me vi estampada,
como uma nuvem embriagada de chuva eu fui além.
No amor maior de todo bem, na mansidão do teu olhar,
eu transbordei.
Acariciastes meu ego com tua presença,
me fizeste acreditar que fui mais do que eu sou,
investi-me toda na certeza do seu amor.
Não me enganou com seu abraço,
nem com os beijos que me deu,
quem me enganou foi o meu sentimento,
que pensei ser igual ao seu.
Mas, sentimento não se mede,
nem pela força, nem pela consistência,
nem pela durabilidade, e sim,
pela intensidade em que se viveu....
Herta Fischer.



Ciscando e achando

Eu aprendi que dentro da gente, a gente mesmo é que constrói bons ou maus sentimentos, dependendo da necessidade de cada momento. As vezes a carência pessoal desenvolve uma forma da vida fazer algum sentido, fantasiando algo, ou alguém, que nos faça sentir especial.
Diante da expectativa de felicidade, a gente comete muitos enganos, e pelo mesmo motivo, muitas vezes, também somos enganados.
Então, torna-se realmente importante aquele que mais se enquadra dentro do sonho que cada um idealizou.
Quando esse não corresponde ao ideal, simplesmente descartamos e vamos a procura de outra substituição que aplaque esse vazio e necessidade de nos tornarmos alguém, porque ao nosso ver, só nos tornamos importante quando somos amados da maneira que queremos!!
Herta Fischer.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Homenagem a grande Tereza!

Eu acabava de nascer, num suspiro de alivio vindo de fora, senti que agora era presente.
Estava nua, não só de vestimenta, mas, de alma.
Tudo á minha volta era um emaranhado de estranheza, só o rosto da minha mãe parecia fazer sentido.
E quando uma bondosa mão pousou sobre meu corpo, usando uma toalha branquinha e macia, me acariciando lentamente, senti minha carne se arrepiando de prazer.
Foi então que senti fome, não sabia bem o que era aquele desconforto, pois até então, tudo me vinha direto, sem que precisasse pedir.
Estendi minhas mãozinhas ao acaso, e um primeiro cheiro me encheu de excitação, minha boca então procurou pelo seio amado,  de uma pele macia saia minha fonte de vida.
Uma sonolência invadiu-me naquela hora, e enquanto sugava o néctar da vida, eu fui desfalecendo.
Acordei momentos depois, nos braços fortes de meu pai, que me embalava serenamente sentado a beira da cama, enquanto a mulher amada dormia o sono dos justos.
Novamente senti desconforto, elevei minha cabecinha até aquele  enorme peito, que parecia de pedra, esfreguei com força  minha boca, procurando pelo alimento.
Meu pai então se levantou, e com muito jeito me colocou ao lado do anjo que dormia, e lá, naquele corpinho singelo, eu encontrei minha paz.
Cresci sobre seus braços de meiguice, ouvi teus conselhos santos e me envolvi na delícia de te amar.
Era para mim como o doce perfume das flores, como respingos de amor em todas as horas, vivi na leveza do seu colo.
Enquanto dormia não sentia medo, pela sentinela de seus olhos preocupados eu só sabia descansar.
Esse amor que simplesmente existia, que nada pedia, que só sabia de cuidados e renúncias, que nunca se deixava cair em desespero por não saber, sempre agia de acordo com o coração.
Sua vida era a minha vida, seu aconchego a minha cama, seu sorriso meu caminho, e o seu coração o meu dom.
Existi para você quando ainda não sabia de nada, quando minha mente só descansava no poder dos seus cuidados.
Assim vivi meu maior sonho, assim adormeci segura, mas, ao despertar já não estava mais ali.
Foi então, que entendi a dor, por tê-la sentido naquele momento, quando ao te perder chorei..
Mas, mesmo não estando presente é como se estivesse, pois deixou em mim a sombra de um amor maior, que nunca se apaga, que se distende como elástico resistente, que de tanto amor se torna novamente amor.
Tereza era o seu nome, mas eu sempre te chamei pelo nome de mãe.

Herta Fischer.



quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Fé invisivel

Enquanto o tempo passa! O tempo, porque o ciclo da vida continua um dia sem mim, sem você.
Outros virão depois, e farão exatamente aquilo que fazemos. Trabalhar pelo pão!
Sinto-me feliz, consegui realizar o mais bonito de Deus na terra, a alegria de ser mãe.
Deixo um pedaço de mim, quando me despedir, e a minha semente continuará produzindo novas sementes, e assim eu nunca passarei.
A vida é assim, de percepção em percepção caminhamos, de sonhos em sonhos, realizamos, e no mais alto padrão de escolhas, sobrevivemos.
Não esperei muito por nada, mas vivi o todo como um todo, sem preocupações desnecessárias e sem deixar de acreditar que as vezes no muito se faz tão pouco, e do pouco podemos tirar muito mais do que nos permitimos.
Segui pela estrada da vida como um miserável andarilho, que nada espera, mas, que sobrevive do espetáculo de fazer parte, de ser, de convencer sem precisar tocar trombetas diante de si.
Sou uma mera espectadora das maravilhas de Deus, que tantos tem a pretensão de tentar explicar, mas, na grandiosidade Dele mesmo se esconde, e só se revela quando passamos a entender nós mesmos, e o que nos acontece antes e depois.
A eternidade está diante de nós, e só conseguimos enxergar a morte, por isto passamos pelos reveses e choramos tanto as perdas.
Se o nosso Protetor é forte, e se acreditarmos Nele, nada mais importa, a não ser, tocar o bondinho pra frente, na esperança de que ele nos leve aonde queremos chegar.
O medo, muitas vezes nos faz ver o que não existe,  e nos tornamos escravos de nossa própria ignorância, por crer que a conquista das coisas em si está em nosso poder.
O Senhor destinou os seres humanos para viver aqui na terra, longe de suas vistas, mas, nos ensina todos os dias. Sábio é o homem que confia nisto, e,  que não se deixa levar por homens que semeiam em terrenos alheios e que depois querem tomar posse deste mesmo terreno que não lhes pertence.
Tudo o que há, tudo o que vemos, tudo pertence ao nosso criador, Aquele que fez todas as coisas e que cuida de tudo  desde os tempos primórdios.
Que muda a aparência do mundo, que faz acordar a terra dentro de si para cuspir fogo, que libera gases venenosos para longe da terra, para que os homens consigam respirar, que manda o vento sair de seu lugar de tempos em tempos, que traz a chuva, que promove a seca, que ajusta seus trovões, que distribui os raios, que movimenta a escuridão para  onde há luz, e volta a trazê-lo depois para o que se fez trevas.
Que coordena as placas tectônicas  para que as camadas se ajustem, para que o mar não ultrapasse seus limites, tudo isto pela defesa da vida.
Nada depende do homem, pois o universo é tão grande, no caso de uma catástrofe, o homem nada pode fazer, a não ser confiar nos planos de Deus.
A morte nada é para aqueles que confiam, pois há promessa de ressurreição. Assim foi provado na pessoa de Lazaro. Nos últimos dias Deus reaverá as perdas e nos arrancará dos túmulos para vivermos felizes para sempre, assim como Adão e Eva viviam no paraíso. Só que desta vez, seremos provados na fé.
 O Senhor precisa confiar naqueles que por si só aprenderam a  confiar Nele, não se entregando as ilusões do prazer momentâneo, para poderem entrar definitivamente no Seu descanso.
Herta Fischer.













terça-feira, 8 de outubro de 2013

Tudo bem

Tudo bem!
Eu já ia embora mesmo!
Nem precisa me dizer, leio em teus olhos.
A ilusão já passou e se cansou.
Botou fé, mas, foi só de momento,
depois olhou para o lado,
descobriu outras coisas.
Mas não faz mal,
a vida ensina que de momentos em momentos
ela passa, e com ele
também passamos.
A dor, se esquece.
Logo o prazer volta
na forma de outro amor.
Para mim, e para você,
felizmente ainda há tempo.
E enquanto houver este tempo, vamos seguindo,
sem medo, sem revoltas.
Quem sabe, algum dia, a gente se encontre,
não mais para falar de amor,
mas da tristeza do seu arrependimento.
E eu feliz te direi:
Eu não me arrependo de nada.
Pois no momento em que me deixou.
deixou vago o melhor de mim.
e outra pessoa me viu,
E se apaixonou....
Herta Fischer.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Deus é o Senhor

Não me importa o quanto agrado ou desagrado. Me importo, sim, em continuar acreditando que dentro de todo ser que foi criado por Deus em sua essência, tem dentro dele uma porção verdadeira de amor e afeto.
Creio que muitos se endurecem pela decepção de não conseguir levar outros á seguir o caminho que eles mesmo criaram.
Todos nós de alguma forma sentimos prazer e culpa, desejos e frustrações.
Todos carregamos sonhos dentro de nós, e vivemos na luta pela sobrevivência. Alguns menos, outros mais. Mas, no fundo todos esperamos pela redenção, só que julgamos por nós mesmos, e não pelo poder de Deus.
Porque, se Deus fez, sabe bem a quê fez, e a luta não é nossa, mas das hostes do bem e do mal, que é invisível ao nossos olhos, mas, efetiva nos homens, para que eles deixem sua forma natural de viver, para se enredar por caminhos maus e negligenciar o poder de Deus que rege o universo e seus homens...
Herta Fischer.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Tempo.. Valha-me com suas conquistas!

Carrego nos ombros a carga mais severa,
o tempo!
Que de dia em dia se entrega no mais vil procedimento,
carregando a esperança do haver depois.
Antes me desvendava, em minha caminhada serena, agora
me transborda de incertezas.
Empurrando-me para um túnel enfadonho,
que de lutas em lutas  me deixa se perder.
Sem memórias que não seja o que passou,
sem esperanças á não ser do que virá.
E se virá, o que vai ser?
Espessura e comprimento,
se vai moldando tudo ao derredor,
dos sonhos em vão, da alegria que não chega,
ou que passa num clarão.
Nas rodovias empoeiradas,
da correria da vida,
o que se aproveita da solidão?
Ao chorar por uma perda, ou se alegrar com a chegada,
no rever um grande amor,
e não mais poder senti-lo, está a maior lição.
De que não somos donos do tempo,
nem dos nossos sentimentos , nem tão pouco da razão.
Deus é o tempo, nós os expectadores,
que da arquibancada da vida, ficamos
torcendo para que, para nós,
o tempo seja eterno....
Tempo que cuida, tempo de revelações,
tempo que mata ilusões,
Tempo de revoltas, tempo de paz,
tempo que envergonha os vaidosos,
que desmascara os atrevidos,
e escarnece dos fanfarrões.
Tempo que revigora, depois devora
o que foi feito.
Que tudo dá, depois tira,
que devolve a ira, dos que com ele não se dão.
Tempo, tempo... que não para, mas não dá a oportunidade
de seguirmos com ele até o fim,
pois com o tempo nós passamos,
com o tempo em pó
nos transformamos,
mas, ele segue seu ritmo,
trazendo outras vidas em suas mãos.
Herta Fischer.










quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Entre galhos secos

Busco coragem ao nascer do sol,
estou desnuda
de alma
Quão grata é a vida, que 
não cansa de inspirar-me.
Mesmo na canseira do dia,
ainda insiste em me levar
com a sua infinita alegria.
Mesmo só
sigo em frente.
Mesmo com a garganta seca
essa fonte inesgotável de vida me sustenta.
E esses amigos que não chegam,
que só falam em amizade,
mas, no íntimo, só querem competir.
Se pudéssemos quebrar os muros
existente entre nós,
e no amor sincero construíssemos
mais encontros?
Provavelmente,
o meu dia seria uma benção,
e confiante na humanidade de cada um,
eu seguiria o meu caminho em busca
dos meus sonhos,
não de realizações,
pois a vida me realiza,
mas, da divindade que Deus inspirou em cada um,
para que nos tornássemos,
fonte de bençãos na terra.
Autora: Herta Fischer.

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