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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

O Teu amor me sustenta

Até quando Senhor?
Para sempre te esconderás?
Até quando a tua ira queimará como fogo?
lembra-te de como é passageira
a minha vida.
Terá criado em vão todos os homens?
Que homem pode viver e não ver a morte,
ou livrar-se do poder da sepultura?
(Pausa)
Ó Senhor onde está o seu antigo amor,
que com fidelidade juraste a Davi?
Lembra-te Senhor, das ofensas que
 teu servo tem sofrido,
das zombarias dos teus inimigos, Senhor,
com que afrontam a
cada passo o teu ungido.

Aquele que habita no abrigo do
Altíssimo e descansa na sombra
do Todo-poderoso
pode dizer ao Senhor:
Tu és o meu refúgio e a minha fortaleza,
o meu Deus, em que confio.
 Se você fizer do Altíssimo o seu abrigo,
do Senhor o teu refúgio,
nenhum mal o atingirá,
desgraça alguma chegará a tua tenda.
Poque a seus anjos ele dará
ordens a teu respeito,
para que o protejam em todos os seus caminhos;
com as mãos eles te segurarão,
para que você não tropece em alguma pedra.
Você pisará o leão e a cobra;
pisoteará o leão forte e
a serpente.
Porque ele me ama, eu o resgatarei;
eu o protegerei, pois
conhece o meu nome.
Ele clamará a mim,
e eu lhe darei resposta,
e na adversidade estarei com ele;
vou livrá-lo e cobri-lo de honra.
Vida longa eu lhe darei,
e lhe mostrarei a minha salvação. (NVI)
(Salmos)




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