Pois é!
Hoje o dia se encarregou de me abrir os olhos mais
uma vez.
E, em agradecimento ao Criador, eu sigo mais uma
vez na fé.
Todo dia traz consigo alguma surpresa, hoje
não foi diferente, trouxe-me na mágica da mente uma
outra mensagem.
Como é difícil desapegar-se.
Montam e desmontam seus circos, assim, sem
medir o terreno para ver se cabem nele. e
os palhaços é que sofrem.
E como os palhaços sofrem!
Não encontram espaço suficiente no picadeiro e
sua arte vai ficando cada vez mais pobre, e os
costumeiros sorrisos vão diminuindo até que cessem.
Como é que eu posso mostrar a uma geração transgressora,
que seria tudo mais fácil se não dependessem tanto do
outro para serem felizes.
Os jovens de hoje tem muito brilho e continuam apagados, como
se quanto mais combustível tivesse, mais necessidade de ter é
preciso. Onde esta o erro?
Na falta de ocupação?
Ou na falsa ideia da conquista sem esforços?
Ficam grudados no celular, controlando e sendo controlados
como robozinho manipulador.
Sinceramente! eu não sei o que será da geração futura. Que ideais eles terão?
Que mundo eles vão encontrar?
Ninguém quer sacrifícios, só no bem bom querem viver, alienados
em seu mundo virtual, de descrença e vaidade.
Por certo, eu não mais estarei aqui para ver, Graças a Deus!
Porque eu já não estou mais aguentando essa falta de diálogo, eu não
estou mais aguentando esta falta de idealismo, não só
entre os jovens, mas também entre a maioria adulta.
Estão agregados a morte, drogados e miseráveis, sem nenhuma perceptiva
de vida.
Para onde a gente olha, vê-se meninos e meninas na farra, sem o menor pudor, sem
o menor respeito por eles próprios.
E os que ainda estão fora, são tratados como bobos, só tem valor aquele que transgride,
aquele que se torna robô e segue abanando o seu rabo e saudando o seu ventre.
Creia-me! eu sofro, em ver as pessoas tratando animais como gente, e gente vivendo
como animais.
Herta Fischer
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Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
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