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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Dona do meu tempo

Preciso de tão pouco que me sinto como uma criança querendo colo de mãe. Não liguem muito para a pontuação dos meus textos, pois sempre fico em dúvida sobre ela. Aliás, fico na dúvida sobre tudo e, às vezes, me sinto constrangida comigo mesma pelo que escrevo, achando que parece infantil. Mas me delicio com os textos de autores consagrados; sou apenas uma aventureira intelectual. Adoro me aventurar pelo mundo das letras, algo que faço desde que me conheço por gente. Viajo na maré das palavras que me cativam e, quem me dera, ser como alguns escritores famosos. Porém, não vivo disso: sou dona das minhas ideias e não as escrevo para despertar em ninguém a vontade de ler. Não sou cobrada por nada, apenas enfatizo o que tenho de melhor: minha imaginação. Na vida, faço o mesmo, sendo mais dona de mim do que muitos pensam. Cumpro apenas o dever que me é atribuído. Já sofri demais correndo contra o tempo; agora, devagar e sempre, ele me entende e me leva até onde posso chegar.

Herta Fischer





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