Montada num cavalo ágil de vaidades
eu sigo.
Que me dirá a prudência,
que me regale e a esqueça?
Porque depois terei que suportar a dor.
E suportando-a, não terei motivos
para culpar outros pelo
meu retrocesso.
Diz o provérbio: Os
caminhos que se estendem a sua frente,
são caminhos atraentes a primeira
vista, repletos de frutos maduros
e deliciosos que enganam a mente,
E muito repentinamente se mostram
envenenados, vai matando aos poucos,
pois sobre o lenço da vaidade mora
a serpente.
E a serpente não descansa enquanto
não o levar para onde ela quer, e
ainda produzira em ti a desculpa
de que não sabia o que fazia, ela
te enganava com bruxaria, enquanto
mantinha em ti o sorriso do prazer.
Entre mulheres ardilosas planta
a crença, e sobre a curiosidade
dos homens planta desonestidade.
E o mundo vil e inescrupuloso,
cuida de regar mentiras, enquanto
a serpente os engole.
Herta Fischer
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Eco do fim
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