Ao perder o meu amor eu pensava: Como
pude ser tão infantil?
Ao encontrá-lo, dizia comigo mesma: que era obra do destino,
sair de uma cidade, migrar para outra só
para encontrar um bem.
Que destino, que nada, a felicidade foi embora,
e eu fiquei muito só.
Como pode o destino me enganar, fazer da minha
vida um paraíso, para depois virar este caos.
Não durmo, nem como, minha carne se consome
mediante tanta dor.
Tão logo a tristeza passou, como tudo que passa, o
vazio deixado foi aos poucos preenchido por mais
uma esperança, eu logo vi que o que se vive jamais
será desperdício, pois
de tudo se tira lições. E a cada dor que passa, em
seu rastro vem outro motivo para ser feliz.
Então, conclui, que o destino tem muitas faces,
e muitas histórias diferentes, nem sempre dor,
nem sempre felicidade, é uma mescla de
ilusões capaz de ser e de ter sentido, para quem
continua acreditando no amor.
Herta Fischer
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A dose certa
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
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