Todo projeto envelhece com a gente, chega
a hora em que o único projeto é
aproveitar ao máximo as alegrias.
Geralmente, ficamos fixados no mundo externo,
em como multiplicar nossos bens, em
como ganhar mais dinheiro.
Esquecemos que o que mais importa, é o
nosso mundo interior, é onde construímos
a verdadeira riqueza.
Quando aprendemos a cultivar em nós a
fonte do bem, quando aprendemos a equilibrar
nossos sentimentos, regrando os desejos, as outras
coisas se fazem sozinhas.
E o resultado é saúde mental e física, porém, para que
alcancemos este equilibrio, é necessário absorvermos os
ensinamentos mais simples, A alegria de juntar corpo e mente,
deixá-las equiparadas, como se um não se satisfizesse sem
o outro. Para que isto aconteça, devemos deixar de lado
essa consciência de morte, de terror, vivenciando a vida
em todos os sentidos, sem enganar a mente, desfazendo-se
do velho homem preso a situações comodas, não querendo abrir
mão do velho conceito dos homens baseados em ilusões.
Desde que o mundo é mundo que as pessoas ficam ligadas
a sentimentos vãos, esperam, esperam, e nunca recebem,
acreditam, acreditam, e nunca conhecem milagres.
Mantém tradições, repetindo o que dentro de sua visão
enxergam, não deixando que os olhos vejam por si mesmo.
Será preguiça?
É mais fácil ouvir e aceitar, do que contrapor e buscar?
É mais fácil engolir o que já foi mastigado, do que pensar
em usar seus dentes?
Todo caminho largo e farto, não exige muito, porém, nele, não
se sabe o que se esconde, pode facilmente ser enganador e
levar num beco sem saída.
O caminho estreito e moderado nos levam ao crescimento, pois
nos desvia de fazermos coisas impensadas, faz com que usemos
mais a mente para ponderar e escolher melhor onde pisamos.
Assim, fica mais difícil tropeçar.
Onde ha muito, muito se perde. Onde ha pouco, o valor é riqueza!
Herta Fischer
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Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
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