Não tenho mais medo do escuro, nem
de tempestades, já sou eu inteira,
não fragmentos de bobeira.
O que vem, enfrento, pois não
se corre do nada, nem
do efeito que é real.
Trovoadas vem, trovoadas
passam, raios que caem, se não
matam, apenas passam.
Embaixo da cama não há mosntros,
os monstros só se mostram,
quando o medo chama.
Se não acreditar não pode
haver, se não há, não tem
porque temer.
O que há na luz, também haverá
na escuridão, nada se faz sozinho,
exceto na imaginação.
Herta Fischer
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Eco do fim
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