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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Tragada foi a morte pela vitória

O que nos convence de pecado, porventura, não é a lei?
Agora, se a lei fosse totalmente eficaz, não haveria tantas injustiças!
As jurisdições é que nos fazem culpáveis. Se não houvessem leis, também não
haveria culpa.
Agora, se conscientes da lei, sem necessariamente se obrigar a cumpri-la, à cumpramos
pelo amor, ela, a lei, se torna eficaz em nós.
O Senhor Jesus podia continuar vivo se ele continuasse a agir como os escribas e fariseus,
baseando-se na lei sem misericórdia. Mas, ele preferiu cumprir a lei do amor.
Um amor que na misericórdia acolhe aqueles que sem lei, fazem o que é certo para
não prejudicar outrem, e que perdoam pela misericórdia estendida a si mesmo..
Esta é a consciência Cristã. Que amamos porque Deus nos amou primeiro,  que nos
livrou da lei que nos condenava, para nos colocar no patamar da misericórdia.
Contradizendo os homens que obtiveram a lei e mesmo assim não foram capazes de cumpri-la, Ele cumpriu a lei, e mesmo assim foi morto pelos nossos
pecados, e se fez maldição em nosso lugar. Pois estava escrito em algum lugar: Maldito
é todo aquele que morrer pendurado num madeiro.
Morreu em miséria e ressurgiu em gloria, zombando assim, de todo poder constituído por
homens.
E a morte, tão orgulhosa do poder que tinha regida pela lei, foi humilhada e derrotada.
O amor vence, o amor obedece, o amor não morre, o amor nos concede vida em nome de
Cristo, pois esta foi a sua pregação.
"Amai também aos seus inimigos, agindo desta forma, é como se colocasse brasas vivas
sobre sua cabeça." (Bíblia)
Sejam fies até a morte, e tudo que fizerem, façam com bom ânimo, seja para você ou para outros, mesmo que a morte espreite a sua casa, não desanime, pois firme é a promessa de vitória, e a promessa
de Deus não voltará para ele vazia.
Paz e bênçãos
 Herta Fischer







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