As luzes artificiais acesas,
som de chuva no telhado, silêncio
aqui dentro.
Queria voltar, mas não posso, as
estradas por onde já passei, também passou.
Agora, sou só eu e a saudade de quem
solfejou no passado, agora não solfeja
mais.
Tudo é calmaria, as emoções se desencantaram, nem
o som da chuva que amava, quer dizer algo.
Tudo perde sentido, em meu vagar solitário, a
vaga esta vazia, não ha mais nenhum motivo
para preenchê-la.
É como a terra seca, não ha felicidade nela, nem
cânticos, nem vontade de cantar.
Só dois motivos para continuar: Fé e fé.
Da saga madura, só mesmo o corte, e o
que se aproveita dela ao findar da colheita.
Todo verde, amadurecido e seco, toda espiga,
despida de sementes.
A velhice talvez nos conte o final das dores,
e a lucidez de quem não mais espera,
apenas acontece
em cada amanhecer
que se sonhou.
É só mais um dia!
Herta Fischer
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A dose certa
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
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