Eu sei que é difícil viver em meio a sociedade,
seus costumes nem sempre trazem benefícios,
Desenha-se um quadro, pinta-se as paisagens,
depois se limitam a pintar e desenhar da mesma forma,
com as mesmas cores, tentando clonagem.
Não da para ser clone, não somos todos
iguais, pelo menos, não, no que diz respeito
a pessoa em si. Cada um tem a sua forma de sonhar,
de querer e poder ser inserido da melhor forma dentro
do ambiente em que vive.
Não temos a mesma proporção de corpos, para cada um,
um manequim que se difere em numeração.
Não podemos colocar o menor no maior, nem o maior
no menor, tudo tem que ser ajustado conforme o
tamanho do corpo em si.
Assim como não podemos sugerir que todos gostem da
mesma cor, ou comam todos do mesmo prato,
assim também, devemos aprender a respeitar
o maneira do outro viver, mesmo que seja diferentemente
da maneira em que vivemos.
Para entender o outro, primeiro há de se entender o
que se passa dentro da gente, pois as necessidades
são as mesmas, embora o que se deseje seja diferente.
Respeitar limites, construindo o nosso próprio limite,
dentro da realidade de uma sociedade, pois por mais
que queiramos fazer valer o nosso querer, nem tudo
é aceitável para todos.
Eu posso fazer o que quiser comigo mesma, mas não posso fazer
tudo o que quero quando se trata de outros.
Eu posso mudar a estrutura da minha casa, mas não posso interferir
na estrutura da casa do meu vizinho.
E assim consequentemente, o que é bom para mim, nem sempre
é o melhor para todos, há de se estudar um modo eficaz,
onde se torne melhor para o conjunto.
Atualmente, é quase impossível conviver, pois cada um
desenha-se como quer, pinta-se da cor que gosta, e quer por
que quer ser aceito da forma que é, sem se importar com
o que o outro quer ou gosta, quer se impor a sua maneira,
mas não aceita imposições.
Por isto eu gosto tanto da palavra, bom senso, senso comum,
e amor. "O que não quero para mim, também não desejo para
ninguém"!
Herta Fischer
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Eco do fim
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