Ontem eu tive um dia difícil.
Geralmente, quando as pessoas precisam de alento,
elas me procuram, e lá vou eu, colocar
em prática o que escrevo, e o que
aprendo com a leitura e a escrita.
Acho legal, sabe?
Sempre arrumo um meio de ajudar, as vezes,
ajudo mais, falando em parábolas.
O que acho mais difícil é convencê-las de erro.
Porque para ajudar é necessário que mostremos
o caminho, e as vezes, o caminho de cura é
olhar para dentro de si, para encontar respostas.
e consequentemente se libertar da dor.
Estávamos falando sobre passado, e tentando entender, o
que leva as pessoas a terem um tipo de comportamento
que não traz nenhum benefício nem para ela mesma.
Uma pessoa que é lua e quer ser sol, fica presa a mentira,
faz de conta que é uma coisa que não é.
Coloca as pessoas á sua disposição, sem querer
abrir mão do conforto que os outros lhe proporcionam.
Quando perde essa pessoa, fica a deriva, não
sabe para onde vai.
Sabe, assim como num barquinho a remo, você
esta nele confortavelmente enquanto o outro
se desgasta para te levar.
De repente, esse alguém cansa, abandonando o barco. E aí?
você fica a olhar para o horizonte, sem saber o que fazer.
Mais fácil seria trabalhar por independência, ao invés de
esperar que o outro te sirva em tempo integral. pois
quando o outro lhe faltar, a decepção não será tão grande.
Ao nos tornarmos dependente de alguém, ao extremo,
quando perdemos este alguém, a gente se sente como
se morressemos por dentro.
Por isto, é que, tanto o ser humano, quanto os animais, tem
necessidade de aprender a se virar sozinhos, desde muito cedo.
Atualmente, o governo e suas leis fracas não ensinam isto, e
a sociedade adoece cada vez mais cedo.
Temos uma sociedade dependente e incapaz, e quando
se veem a frente de compromissos, onde dependerá só dele,
o medo de errar se torna mais frequente, por
causa disto, se tornam tão arredios quando se trata de
assumir compromissos.
Ou preferem viver a sombra de outros, preferindo que
o outro trabalhe para ele, ao invés de levantar a bandeira
seguindo seus próprios caminhos, ficam mamando na teta dos pais,
quase que a vida inteira, entre casamentos e casamentos fracasados.
Herta Fischer
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Foco no objetivo
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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
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