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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Quando não há mais tempo

Bla... bla...bla...bla...
Parece fácil, mas não é!
Aprender a usar as mãos levou
algum tempo, agora, para
aprender a usar a consciência, a boa
consciência em relação a nós mesmos,
é quase que..impossível.
Eu ouço muito falar que a mudança
deve vir de dentro para fora, e acho que
deveria ser assim.
Conta-se uma história, que uma mulher
estava já no final da vida, numa cama de hospital,
ela ensinava o seguinte:
Dizia ela que tentou desde muito jovem, mudar
o mundo, revolucionária que era, participou de
passeatas, pegou em armas para defender
o direito, e o máximo que conseguiu é ser presa
e torturada.
Então, tomou consciência de que não estava em
seu poder mudar o mundo, nem em suas mãos,
mudar o rumo da política.
Resolveu então que, já que não poderia mudar
o mundo, tentaria mudar a sua família. brigou, lutou
contra seus pais, tentou persuadi-los a pensar
como ela. Só conseguiu fazer com que sua famíla
se entristecesse, e que dela se afastasse.
Agora, já no fim de sua jornada, na cama de um hospital,
ela enfim teve tempo para refletir sobre sua vida passada.
Chegando a conclusão,de que, se tivesse tentado mudar ela mesma,
ao invés de querer mudar tudo, provavelmente, ela teria
conseguido melhorar um pouco a condição do mundo, melhorar
e muito a sua família, pois, dizia ela: Quando a gente muda para
melhor, tudo muda ao nosso redor,
o nosso meio é o reflexo do que somos.
Hoje eu também vejo isto, para certas pessoas não há palavras
boas que bastem, não há livros bons que a façam mudar, para
estas, a vida ensina, e as vezes, quando aprende já é um pouco tarde
para fazer diferente.

Herta Fischer

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