Leo Buscaglia cita Leo Rosten: "De certo modo, porém, pequeno e secreto, cada um de nós é um pouco louco... No fundo, todos se sentem sós e querem ser compreendidos; mas nunca podemos entender inteiramente outra pessoa, e cada um de nós permanece meio estranho até para os que nos amam... Os fracos é que são cruéis; só se pode esperar a brandura dos fortes... Os que não conhecem o medo não são realmente valentes, pois a coragem é a capacidade de se enfrentar aquilo que se pode imaginar... Compreendemos as pessoas melhor se olharmos para elas - por mais velhas ou imponentes que pareçam - como se fossem crianças. Pois a maioria de nós nunca amadurece, apenas fica mais alta... A felicidade só chega quando impelimos os nossos cérebros e corações aos extremos do que somos capazes... O objetivo da vida é importar - contar, representar alguma coisa, fazer com que a nossa vida conte alguma coisa."
Amo este autor, me inspira a contar meus dias, não como se conta números, mas, como se conta uma história, minha historia, que não é diferente da sua, quando nua e crua vinda não sei de onde, explodiu
em cores de conhecimento.
Para que finalidade nascemos, se nosso descobrimento é limitado por vírgulas e pontos?
Sou livre, gosto de pensar assim, eu escolho onde pisar, eu escolho o que olhar, eu sinto o que
devo amar, eu faço o que me cabe fazer.
Minha vida é minha, e juntando com outros se faz melhor, pois juntos, crescemos e nos desenvolvemos,
somando experiências únicas.
O medo de sofrer e de fazer outros sofrerem é que nos limitam, embora seja boa esta iniciativa de
preservar os outros, um corredor não pode desacelerar, pois corre o risco de ficar para trás.
É assim, como criança na maturidade, que viveu os seus anos, que brincou e ainda brinca, que
não se liga no material, vê apenas a utilidade. Um rosto é só um rosto, como muitos, mas o ser, inegavelmente magnifico.
O que mais eu posso querer, "Eu sou" e é só!
Acrescentando ou não, vivendo bem, ou não, criando, ou não, sentado, ou não, eu vivo, faço parte
da existência.
Inegavelmente estou aqui, sobre a mágica do tempo. Seu amigo relógio conta com ele as horas, e eu
me jogo de corpo e alma em sua cama. não para dormir, mas para descansar de nós, para ser, simplesmente
eu!
Herta Fischer
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Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
terça-feira, 3 de março de 2015
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Queria novamente as estradas que percorriam minha alma, corajosas com suas nuvens de pó a fechar meus olhos. Dando nome ao novo, sussurrando...
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Ando em linha reta pelos caminhos tortos, morro um pouco, mas não por completo. Sei que a justiça tarda, mas, um dia, ela trará as sua...
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