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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

quinta-feira, 19 de março de 2015

Sem medo de se mostrar

"Como todas essas coisas são aprendidas, quais são algumas das coisas que nos poderão unir, algumas das coisas que precisamos saber sobre a união, os relacionamentos, o interesse, o amor? A primeira é tão essencial, porque temos um conceito muito louco na nossa cultura, do que se chama amor romântico. É por isso que tantos entre nós se desiludem! Continuamos a acreditar mesmo no que nos contam nas revistas musicadas, que olhamos uma sala cheia de gente e lá avistamos aqueles olhos especiais que estão à nossa espera, há 20 anos. Vocês são atraídos, se abraçam e saem para o pôr-do-sol e nunca têm problemas. Que pena! E o que é feito daquele lindo namoro, em que você se comporta maravilhosamente e ela também? Ela sempre está linda, cada vez que você chega. Você é sempre (gentil). Até leva flores e bombons. Diz a ela como está linda e depois se casam e no dia seguinte você pergunta: "Quem é você?" Ela de repente aparece de rolos nos cabelos. Você diz: "Meu Deus! Casei-me com um ser espacial!" Não seria bom que, uma vez no namoro, ela atendesse à porta e dissesse: "Olhe, eu uso rolos no cabelo. Assim, se você se horrorizar com isso, paciência". Por que não? Apresentando-se como é você tem que reconhecer que, se espera que um relacionamento continue numa lua-de-mel de perfeição, vai se desiludir." (Leo Buscaglia)

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