Obrigado gente!
Tenho tido um público legal de leitores.
Sei que não sou nada, coloco meus pensamentos
em ordem, mas as vezes, eles saem meio
desordenados.
É muito difícil encontrar um método perfeito
de passar uma mensagem.
Mas, não importa, o bom é se fazer entender,
e mostrar que não sou diferente de ninguém, acho
até, que, muitos se identificam comigo. Assim, como eu
também me identifico com todos.
Me lembrei até de um caso engraçado.
Eu sou muito simples, eu acho que, para alguns, até
simples demais.
Então, eu tinha saído com meu marido, e. meus filhos ainda pequenos,
fomos mostrar uma chácara que estava a venda, e essa família era....
como que eu posso dizer? Sofisticada, parecia gente de posse!
Depois de visitarmos a propriedade, passamos numa lanchonete, pois
já tinha passado da hora do almoço.
Sentamos a mesa, e iniciamos uma conversa animada. Nossos filhos
estavam se medindo, os meus calados e bem comportados como sempre,
e os deles, também um casal, um tanto barulhentos e bagunceiros.
Bom, tudo dentro da normalidade, até que, meu filho soltou um arroto, e
eu, quase morri de vergonha. todos riram, e a mulher, com uma certa
doçura no olhar, virou para mim e falou:
- Não precisa ficar assim. Lá em casa nós fazemos campeonato de arrotos,
a gente faz uma bela disputa, chegamos a chorar de tanto rir.
Ai, ficamos um certo tempo contando as nossa experiências.
Contei a ela que nunca proibi meus filhos de serem naturais.,
ela concordou comigo, então eu percebi que, em todos os lugares,
as pessoas são as mesmas, embora, na frente dos outros, se mostrem
diferentes.
É isso ai....Prefiro a naturalidade do que fazer outros
acreditarem no que não sou.
Herta Fischer
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Eco do fim
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sexta-feira, 20 de março de 2015
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