Quem é esta que sobe do deserto, e vem encostada tão
apreciavelmente ao amado? Debaixo de uma macieira te despertei.
Põe-me como selo sobre o teu coração, como selo sobre teu braço,
porque o amor é forte como a morte, e duro como sepultura é o ciúme,
as suas brasas são como brasas de fogo, labaredas do Senhor.
As muitas águas não poderiam apagar este amor nem os rios afogá-lo:
ainda que alguém desse toda a fortuna de sua casa por este amor, certamente
a desprezariam.
Se este amor for um muro, edificaremos sobre ele um palácio de prata,
e se este amor for uma porta, cercá-lo-emos com tábuas de cedro.
Eu sou um muro, e os meus peitos como as suas torres, então eu era aos
seus olhos como aquela que acha paz.
Cantares de Salomão
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Tropeçando e aprendendo
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