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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Faz sentido

É! Sou meio louca em minhas ideias, afinal,
compreender a vida  é para quem
não entende nada.
Pela manhã, sonhos, pela tarde, canseira.
pela noite, as duas coisas.
Todo dia igual. Comer, trabalhar, comer,
descansar, comer, dormir. Tudo se resume
em tédio, a menos que, em determinado momento
possamos nos divertir, mas até em momentos
de confraternidade, ainda assim, as vezes, é tédio
e canseira.
Então, dentro dessa minha concepção de vida, eu
desligo esse mundo externo e ligo um mundo
interno, só meu.
Sou só eu e as palavras, só eu e o que para
mim, eu entendo da vida.,
Pode até lhes soar confuso, desalinhado, mas é o que eu
consigo ser, é assim que me vejo, é assim que vejo
a vida, uma complexidade tamanha.
Também sou complexa, sinto que vivo, mas não faço
caso dela, faço coisas como todo mundo, mas
na verdade, é como se não fizesse.
Como este céu azul que se vê, e que, na verdade não existe,
é apenas vácuo, onde as estrelas vivem a dançar no vazio e
 não caem. Assim sou eu com as palavras. Um tanto incoerentes,
cheias de sentimentos, e muitas vezes passam despercebidas, somente sonhos
 dançando
sobre uma tela vazia.
Herta Fischer


Um comentário:

  1. Lendo o seu texto me encontrei por um momento. Assim seguimos até o dia que o nosso bom Deus permitir. As vezes busco entender-me e parece-me que de certa forma somos como diversos grupos sociais dentro de nós mesmos. Parabéns por nos fazer-nos pensar.

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