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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Vejo uma luz no fim do túnel

Em certos dias de infinita tristeza, recorro a memória buscando no mais escondido dos segredos, rostos de pessoas queridas que já se foram, lugares bonitos que já visitei, momentos de alegrias que já vivi.
E assim como quem não quer nada, encontro motivos para deixar essa tristeza pra lá.
Nesta vida meio doida, onde tudo mesmo é nada, porque o que buscamos de verdade talvez até mesmo não exista.
O que conseguimos hoje , amanhã já náo nos interessa tanto, lutamos para adquirir coisas que as vezes nem usamos, como já dizia o sábio rei Salomão, é tudo vaidade.
É como correr atras do vento, corre, corre tanto e não chega a lugar algum.
Nunca nos contentamos com o que temos, estamos sempre querendo mais, eu creio que toda essa insatisfação é porque temos saudades de Deus e ainda não nos conscientizamos disso.
Através desse pensamento encontrei uma luz no fim do túnel, e decidi que não mais viverei por mim mesma, colocarei a minha vida nas mãos do SENHOR.
E a partir daí, vou começar tudo de novo.
Assim como a terra recebe uma semente e cuida dela para que brote, se fortaleça e viva, eu esperarei que o Senhor cuide de mim, para me fortalecer e para viver em novidade de vida.
Quero amar mais, ajudar mais, conquistar meus inimigos para que se torne meus amigos também, e cultivar no coração um pensamento agradecido.
Buscar na vida somente o necessário, e os excedentes aprender a repartir.
Trilhar caminhos bons, e trazer todos os amigos a caminhar comigo.
Ensinar tudo de bom que aprender, para também aprender com os que aprendem comigo.
Amar os meus semelhantes, assim como Cristo nos amou, de fato e de verdade. Dar a eles minha vida se necessário for.
Sorrir com os que felizes estão, chorar com os que choram também.
Aprender a não fazer julgamento precipitado, ou até mesmo não julgar causa nenhuma, para não correr risco de cometer nenhuma injustiça contra alguém.
Porque quem julga é juiz, e eu não o sou.
Aceitar as diferenças, porque até onde eu sei, todos somos iguais, todos pertencemos a esse mundo igualmente, afinal o sol brilha para todos e o calor que nos aquece não é menor para esse ou aquele.
Ou por acaso, apenas uma classe experimenta a morte?
Não vamos todos para o mesmo lugar? Ou acredita que por ser melhor terá vida eterna? Ainda mais se por suas ações mostra não acreditar em Deus.
E é justamente palavra inspirada por Ele que avisa que pobre infeliz é o homem que deposita sua esperança apenas nesta vida, porque aqui vivemos tão pouco,que morrer aos setente anos é morrer ainda criança.
Deixemos de lado nossa arrogância para viver no mais profundo amor, aprendendo a respeitar para que também possamos ser respeitados por todos. Viva, sorria e seja feliz, eis a luz que pode iluminar o mundo.

Autora: Herta Fischer

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