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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

domingo, 30 de novembro de 2014

O QUE SE COMPREENDE TAMBÉM É COMPREENSÍVEL

Oi, bom dia, boa tarde, boa noite, bom tesouro da vida! Não dá para seguir sempre em linha reta; às vezes nos deparamos com curvas e não sabemos o que vem por trás delas. O mais importante é manter o coração sincero, puro e alegre, e cultivar apenas o que é bom. Ninguém em sã consciência busca o que lhe faz mal, a não ser quem nunca acreditou em si. Julgamos o alimento pelo sabor, mas nem sempre o mais saboroso é o que nos faz bem — assim como ao julgar um livro pela capa. Aprendi, depois de tantas quedas, que nem sempre a quantidade de golpes nos aperfeiçoa; há quem aprenda só pelo medo de cair, alguns com uma pequena lição, e outros que passam a vida inteira caindo e nunca aprendem. Viva a vida e suas diversidades, asas, pés, músculos, cantos, lamentos e tudo que se entende disso: o que se colhe, o que se planta, o que realmente satisfaz para sempre. Sobrevivemos de momento em momento, sem perceber o que nos faz verdadeiramente vivos. Eu amo! Amo as pessoas, os animais, o que me satisfaz, amo as asperezas e delicadezas, e amo quem comanda tudo isso, com coragem de admitir que tudo se comporta conforme o que foi designado. E sei que, de um jeito ou de outro, toda semente desperta e todo botão se transforma em flor — salvo raras exceções.
Hertinha Fischer.






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