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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Caminhos paralelos

Os dias passam e sem querer me entrego as horas,
sou pássaro sem ninho, aprendi a ser feliz.
Vivendo como todo mundo
um dia de cada vez, fazendo exatamente o
que todo mundo faz...
Vivendo normalmente.
Eu sei que não é o que parece, se nós
não abrirmos os olhos, deixamos de
ver as bençãos.
E as bençãos do dia são incontáveis desde
que o sol nasce até seu último suspiro.
São migalhas espalhadas e um canto
majestoso, enquanto as asas se encontram,
se tocam e se amam.
E em seu doce sonar há esperança,
esperança de dias, esperança de noites,
mesmo que já não haja mais tempo.
Pois o tempo de cada um é o seu tempo,
e em seu tempo cada um acontece e
se ajeita a seu modo e lugar.

Herta Fischer




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