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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

Compondo a vida

Havia nela uma força de vontade,
além do que se espera.
Não era como via, nem ouvia.
Seria como superar a si mesma
Seus pés ágeis, pareciam flutuar
com asas de chão. A terra,
solidária, á amparava acima da relva.
Não era alegria, nem júbilo,
havia ali, muito mais do que
se entende.
Esperara dos outros, sim! dos pais
e irmãos. Foi, quando percebeu
ser.
Sonhos? moravam dentro dela, Seria a única
responsável pela prática.
Aprendeu a amar as estradinhas de terra, O silencio com
que estas, á acolhia, lhe traziam o melhor conselho.

Venho de longe, busco um abraço

Tão perto agora,
que é só cansaço.
Todo socorro, veio de estrada,
meus pés cansados, determinados,
passos que dei, frutificou.
Minha alma serena o desvendou.
Venha me encontrar na porta,
abra seus braços em torno
de mim.
Cada vez que te encontro,
sua alma me diz assim:
Descansa, descansa, que esse abraço
não tem fim.
Já fui contigo, em lembrança,
Voltei contigo em esperança,
Fica só mais um pouquinho,
serei sempre teu caminho.

Hertinha Fischer.


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