Solitária e triste está a minha
janela, aberta para seu dia chuvoso.
Tantas historias se
desvendando por ai, tantos
segredos sendo engavetados,
e eu aqui, completamente
alheia a tudo.
Minha alma se consome em nostalgia,
querendo viver de passado, querendo trazer o tempo
escorrido pelas mãos, a novamente fazer o feito
que se deixou para trás.
Não é saudade de amor, não é saudade
de mim,. É, sim, saudade dos
passantes que já se foram, e me
deixaram sem querer.
E sem querer eu também passei á passos largos,
e não sou mais quem eu era, fui
descobrindo por mim mesma, a maneira
de passar e deixar rastros na memoria,
que aos poucos também se vão.
A chuva traz em si, lembranças.
E sobre esta lembrança eu crio saudades.
Herta Fischer (Hertinha).
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Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
quinta-feira, 1 de junho de 2017
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