Me vejo ainda
como um raio de sol
que se perde num horizonte
de luz.
Lá adiante, vejo o lampejar de
minhas idas e vindas
como algo que
de nada valeu.
Mas, ao olhar para
trás, rastros de saudade
preenchem todo
o espaço de minhas
ilusões.
Quanta honra houve em
meus dias passados, quando
a luz dos passageiros alumiavam
meu entendimento.
E crente de que tinha o melhor
sentia-me viva.
Mesmo com os veres de tesouros
que nunca chegavam aos meus pés,
meus tesouros
sempre foram vistos como maiores.
O que me abastecia não tinha
nome nem pronome, era como uma reluzente
andorinha que se exaltava apenas
por saber que voava.
Dentro da ternura de minha estadia,
estava um mundo cheio de marcas,
que me descobriam, que me faziam
importante e me levavam para
onde queriam, me fazendo a cada instante,
aquilo que eu vim para ser...
Hertinha (Herta Fischer)
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Foco no objetivo
Ainda há tempo para recomeçar, mesmo que a “bateria” esteja fraca. Busco renovação. Meu corpo sente o desgaste do tempo, mas meu espírito de...
quarta-feira, 21 de junho de 2017
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