Inspirando-me na vivência.
No sol que aqui sublinha,
em vestes cintilantes, ante meus olhos
carentes.
No vento que atravessa
janelas e na porta bate
ao amanhecer, trazendo
acordos entre o
pensar e eu,
que somos a medida
de vida, que juntos
vivemos, quase que
sem perceber.
O sol, a lua, a divindade
encoberta,
a descoberta de mim,
Que sou, se sou menos
que tudo que vive,
pois todos sabem
bem o que fazer, só eu
me lamento diante
do que ainda me cabe
entender.
Pois o que descubro
são só sombras de outro,
nada a complementar.
Só essa linguagem
é somente minha,
quando em palavras
descrevo-me em linhas!
Herta Fischer (Hertinha)
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Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
quarta-feira, 7 de junho de 2017
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