Algo a espreita.
Será solidão?
O calvário
do anonimato,
a exaustão?
Exaurida
da vida, sem comunhão,
cavando a terra,
feito camarão
Antenas ligadas
na compulsão, medos similares,
sem coração.
Vou a marchar, sem parar,
no colo do tempo
a me levar, sou alma
que chora a novelar
um monte de ideias
sem reclamar.
Sorriso na orelha,
olhos abertos
na mão, no toque
suave eu faço canção.
E danço a musica do
meu caminhar, e
fico satisfeita em
apenas sonhar.
Herta Fischer
Total de visualizações de página
Restos do resto
Tento falar de outras coisas, mas elas sempre acabam sendo as mesmas. Os encontros viraram vazio, quem ainda se conhece? A cama guarda o car...
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Assinar:
Postar comentários (Atom)
-
As pessoas reclamam que o mundo está chato, mas não fazem nada para mudar, apenas se isolam, tornando tudo ainda mais monótono. De vez em q...
-
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
-
Estamos vivendo por viver.......... Eu procuro algo de valor nas pessoas e não encontro mais. Futilidades apenas. Tanta gente sem con...
Nenhum comentário:
Postar um comentário