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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

Autoconhecimento, empatia e prática

 Quando copio os outros, minto para mim.

Nem tudo que te serve, serve a mim.
Vivo do meu jeito, amo do meu jeito e
até posso dizer que solidarizo do meu jeito.
Gosto de ver outros felizes, para que isso
aconteça, penduro meu sorriso na orelha,
no nariz, nos olhos e até nos braços.
Não considero ninguém especial, mas,
acho que todos são especiais á seu modo.
Somos como uma tarefa a ser executada, Cada
um em seu exilio.
Temos amigos por afinidade, amor por afinidade,
e ambos por solidariedade.
Não costumo guardar o que me faz mal,
mas, também não gosto de dar aos outros.
Não conheço angustia, tudo me parece perecer
no final da ópera.
Um dia, irei embora, e tudo o que construí de bom
ou ruim, já não terá espaço.
Meu rumo é meu destino, e se é destino,
me arrumo.
Faço tudo exatamente igual a qualquer um,
só não fico cortando-me em pedaços quando a dor
é mais forte que eu.
Minhas feridas não depende de ninguém para cicatrizar,
a menos que sejam abertas para ficar.
E vou aguentando.. Até quando Deus quiser.

Hertinha Fischer.

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