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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Silêncio! sol descansando.

Embora nublado
o dia amanheceu em festa.
Confetes aguados jogados
no telhado, ventos dançantes
levando ao delírio a cortina
da sala.
Lá fora a esperança se abre
em lugar do sol
que precisa de descanso
e um doce manto anuviado
cobre-o para dormir.
Pequenos pássaros
enchem o ar
de melodia, agradecidos
pelo frescor que a chuva
traz, até que outro dia
desperte mais uma vez,
tão feliz como é
de costume,
por ter dado de presente
ao sol, um
belo momento de
reclusão.
Herta Fischer (Hertinha)

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