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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

terça-feira, 21 de março de 2017

Sobre os braços do D.N.A

Sou energia deixada em
tempo passado, o tempo
é a energia que me faz.
A carne não sou eu,
eu sou a energia que me carrega.
Sou uma essência, uma causa,
um elemento pré-destinado a ser
a espécie, não o indivíduo que se vê.
Sou uma parcela de tudo que é,
completo em tudo que se pode
 tocar por algum tempo.
Assim como qualquer espécie que
 nasce para um fim.
A biologia em ação. Quando um
átomo se une a outro átomo
na formação das coisas, assim
 também sou eu.
A diferença está na forma espiritual
de cada ser. Aqueles movidos
de consciência e os inconscientes
que também são movidos para a construção
de algo.
Tudo se dá as mãos na natureza, um
serve o outro em suas necessidades.
O Homem, a razão de tudo na natureza, por
aproximar-se da natureza Divina, criada
para ser o que recompõe, o que manipula,
o que cuida, o que subtrai, este, foi
feito com a finalidade de disseminar
conscientemente. Não como o vento que
leva, não como os pássaros que defecam, não
como as abelhas que o fazem enquanto trabalham,
mas, como alguém capaz  de escolher
seus momentos por prazer. E assim
levar a  semente por onde andar.
O homem, e qualquer outro ser
tem dentro de si a genética, que leva informações
para criar outro corpo que venha a assemelhar-se
consigo mesmo.
Herta Fischer  (Hertinha)





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