Mas, já teve tantos rios que secaram,
e as lembranças
insistem em revivê-los.
Cada historia que nunca foi contada,
mas quantas proezas estiveram lá,
Quanta luta que nunca chegaram a luz,
esquecidas no âmago do tempo.
Quantos sorrisos foram apagados
enquanto trilharam seus caminhos
de satisfações, mas, que também
se esqueceram de seguir.
Quantos quartos de prisões
receberam homens em condições
deterioradas, quando marcharam
contra si mesmos.
Ação e reação?
Nem sempre!
Nem todos são subjugados a própria sorte,
nem todos pagam a suas dividas ainda em vida.
Nem tudo que é jogado para cima, cai na cabeça
de alguém,
os acasos é que os fazem.
Não ha preço nem medida no acaso, o acaso
sempre sabe o seu lugar.
Acaso não é justo, nem
faz justiça.
Aqui se faz, aqui se paga, é desconhecimento
de causa, a vida não funciona assim, também
come, aquele que nunca plantou.
O bem que se faz trás bem maior?
Nem sempre!
Porque o bem não esta a venda, o bem
é o prazer que se tem, não a troca do
bem pelo bem.
O onico bem que temos é a esperança.
Não a esperança relativa ao que ainda
vamos ter ou passar, o que nos sucede debaixo
do sol, isto não da para prever nem
para evitar. A cada um é dada a sua porção,
a vida relativa nos ensina que tudo acontece
e tudo passa.
A esperança ainda esta presa em Deus, E
quando ele nos libertar desse peso ilusório,
ai, sim, saberemos o que esperamos..
Herta Fischer (Hertinha)
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Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
terça-feira, 21 de março de 2017
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