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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Por muito tédio

E o Dindinho
saiu de fininho como um rato
descoberto dentro
do porão.
De pé em pé, medindo
o espaço para que não
esbarrasse em nada, sumiu
entre as latas vazias
da rua que lhe assistia.
Nunca se sentira tão bem,
e se perguntou: Quem
em sã consciência moraria
para sempre dentro de uma
grande caixa?
Só os seres humanos mesmo...
Isto é de longe a liberdade!
Herta Fischer

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