Doces olhos os teus
a olhar nos meus.
Agora uma lembrança
quase apagada, fincada
na ilusão do nada.
Lembranças de sentimentos bons,
de sorrisos por quase nada, de te
ver em tudo, até mesmo
onde não estavas.
Ah! tempo, porque
amargas tudo?
Sei que amor não se dá, se sente,
então,
porque o engano?
Porque amar por um segundo, quando
já no segundo seguinte
se esquece.
E porque não se esquece junto?
Um vai feliz e satisfeito, o outro
fica chorando, Por quê amor não
é igual?
Onde e quando se perde o encanto?
O que é bom agora,
pode não ser noutra hora!
Culpa do tempo, culpa do
acaso, ou culpa de mim, que
sou insuficiente?
Herta Fischer
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Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
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