Essa pessoa sou eu, lutando para sobreviver.
quanto muito, me estresso.
Vivo sobre regras, mas de regras já estou cheia.
Somente quando me encontro sozinha, me
demoro em compreender-me. Então, vejo
quem realmente me tornei.
Um zumbi de cabeça baixa, sem muitas alegrias, só deveres.
Mas, o que é viver? Senão ser o que todo mundo é!
Já pensei em sair de casa, como uma adolescente
sem juízo, andar pelas estradas,
sem documentos, sem bagagem, sem nada.
Mas como viver sem o minimo?
E se me deparar com gente ruim, como me defender?
Ninguém mais se importa com a gente, ninguém
quer saber quem somos, o que pensamos, e como
nos sentimos.
Viramos robôs das conveniências.
Sinceramente, eu busco um espaço, um pequeno espaço que
possa declarar só meu. quando eu possa ser o que sou, fazer o que
me der vontade, fazendo minhas próprias leis.
Não quero desanimar, não quero falar mal da vida, nem
me declarar santa, isto não sou. Porém, o que mais
me agrada nos seres é respeito, e isto, acabou. O dinheiro
virou sinônimo de respeito, e eu me nego a viver
a sombra dele.
Preciso sair, evoluir, longe dessa massa que só pensa em
ter, ter e possuir.
Vivem a mercê dos acasos, querendo ter o controle nas mãos.
para depois cair em depressão, por não encontrar um meio
de permanecer no controle.
Dar-se as mãos e não se prender, pois aqui nos
prendemos por tudo.
Livres, e ao mesmo tempo, presos.
(Hertinha)
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Foco no objetivo
Ainda há tempo para recomeçar, mesmo que a “bateria” esteja fraca. Busco renovação. Meu corpo sente o desgaste do tempo, mas meu espírito de...
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
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