Quando então, a vida lhe sorriu,
ficou abobado,
não tinha percebido-lhe o encanto.
Ficava tão triste olhando a alegria
do outro,
que esquecera de sorrir.
Não percebera que tudo
estava a disposição, apenas
tinha preguiça de se levantar e colher.
Quando Deus distribuiu o maná do céu,
ele a jogava pela manhã, antes do sol nascer,
porém os que colhiam, tinham
a oportunidade de colher o
suficiente para aquele dia, o
que colhiam a mais, apodrecia
antes do anoitecer,
Para que os homens aprendessem
de uma vez por todas, que é dispensável
o bocado que não cabe na boca.
E é indigno o que o homem
come as custas dos outros.
Hertinha Fischer
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Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
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