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Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Utopia
Se eu pudesse desenhar as estrelas na terra,
para que o mundo inteiro pudessem ver
como brilham?
Se eu pudesse espalhar bons sentimentos nos
corações da humanidade, eu o faria!!
Para que pudéssemos andar sem armas,
ante o brilho em cada olhar.
Para que pudéssemos sem preço,
andar com as mãos estendidas.
Para que pudéssemos ajudar aqueles
cansados viajantes do tempo,
a carregar suas cargas.
Tão mais fácil seria andarmos todos juntos,
um auxiliando os outros, na forma mais pura.
Tão mais fácil seria, todos emprestando seu melhor dom.
Tão mais fácil seria sentir mais que o peso de nosso pobre
corpo corruptível, e que no invisível pudéssemos somar
mais que dividir.
Quisera poder enfeitar os homens com corações de amor,
fazer um Tibete eterno na terra, com mãos entrelaçadas,
como crianças unir-se em orações.
Quisera poder rabiscar o poder da forma mais singela,
onde olhos e mãos trabalhassem sem medir,
quem pode ou não pode receber.
Se somos todos iguais perante a lei, e perante os homens,
Então, sem lei pudéssemos fazer um lugar melhor,
e perante os homens fossemos divinamente importantes,
tanto, que não pudesse mais ver tantas desigualdades!
Herta Fischer.
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