Tenho andado por ai, entre castelos e sonhos,
da palha faço poesia,
do barro, meu estaleiro.
Um contista esfaimado,
confundido com pandilheiro.
Eu tenho andado por ai,
enfrentando a vida e seus espinhos,
Alice no pais das maravilhas,
castelos imaginários, encantos da trilha.
Vida vivida nas cordas de um violão,
boca pequena e singela,
que de tudo faz canção.
Sou acordes, sou riso,
pela manhã, pela tarde.
Porém a noite sou ilusão.
Quando tudo parece, nada mais é
do que ilusionismo,
pleonasmo ou sofismo.
A vida tem seus encantos,
seus berros, seus movimentos,
mas, tudo que tem o seu tempo,
logo cai no esquecimento.
Herta Fischer.
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A dose certa
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
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