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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Serenidade

Entre uma tarefa ou outra eu vou
encontrando um tempo de descanso.
ora, para tomar um café, ora, para escrever um pouco, e vou remindo o tempo como se ele (o tempo) fosse meu guia e conselheiro.
E o dia se finda ante meus olhos serenos, pois serenidade não me falta, afinal estou aqui, vivinha de Souza, não mais da Silva, para serenar ainda mais.
O sol se lamenta e vai, e a lua já se põe a caminho, celebrando a sua viuvez, pois só se levanta, para poucos olhos, a maioria dorme enquanto ela se mostra linda para ela mesma.
Vestida de prata, calçada de escuro, arco amarelado em seus cabelos brilhantes, Lá está ela enfeitada para um
céu amoroso e fiel, na sua infinita viuvez nunca se sente sozinha.. Há muitos amantes a lhe espreitar morrendo de amores!
Hertinha Fischer

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