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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Não crio expectativas

Andei um pouco triste nestes dias
passados, porém hoje, descobri que,
devo me acertar com meu dia, apenas hoje,
e ao findar, devo permanecer com um
coração repleto de gratidão.
Assim como Cristo não atribuiu
a outros o cálice que teria que tomar, que
nós também possamos tomar a bebida do
nosso cálice até a última gota.
As aflições que, as vezes me acomete,
é perfeitamente natural, " pois no mundo
sofreis aflições, não desanimem,
eu venci o mundo!" ( Sr Jesus)
Então, essa aflição passa toda vez que lembro:
Aqui tudo é passageiro, como este dia
passa, com ele passa toda carga.
Muitas vezes me vejo sobrecarregada,
tendo que carregar minhas cargas, e ainda
dar forças para que outros suportem as suas.
Então reflito sobre alguém que está doente,
entrevado em uma cama. O quanto
desejaria estar fazendo o que eu faço?
Observo os pássaros que incansavelmente
colhem seus alimentos, e nunca deixam
de cantar.
Nesse enlevo de constatar, eu me alimento
com outro tipo de alegria, a alegria de
saber-se viva.
Todos os meus dias passarão, mesmo que
eu não queira, cada um se despedirá em seu
momento, e o que fica?
Nem aflições, nem desejos, nem súplica,
me separará da esperança que Deus me dá!
Hertinha

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