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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Entre galhos secos

Busco coragem ao nascer do sol,
estou desnuda
de alma
Quão grata é a vida, que 
não cansa de inspirar-me.
Mesmo na canseira do dia,
ainda insiste em me levar
com a sua infinita alegria.
Mesmo só
sigo em frente.
Mesmo com a garganta seca
essa fonte inesgotável de vida me sustenta.
E esses amigos que não chegam,
que só falam em amizade,
mas, no íntimo, só querem competir.
Se pudéssemos quebrar os muros
existente entre nós,
e no amor sincero construíssemos
mais encontros?
Provavelmente,
o meu dia seria uma benção,
e confiante na humanidade de cada um,
eu seguiria o meu caminho em busca
dos meus sonhos,
não de realizações,
pois a vida me realiza,
mas, da divindade que Deus inspirou em cada um,
para que nos tornássemos,
fonte de bençãos na terra.
Autora: Herta Fischer.

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