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Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Genérico amor
Ah, esse amor que engenhosamente toma conta,
e depois foge como pássaro
numa arapuca mal armada,
Que domina, que sustenta e como pau podre nos despenca.
Ah, esse falso amor, que só quer quando quer,
dá um punhado de açúcar, e como formiga na cana,
nos engana e nos enfrenta.
Vento forte, ventania, que por onde passa, nos arrasta,
nos derruba , nos arrebenta.
Cobrador de sentimento, que nada oferece,
a não ser escuridão.
E depois logo se afasta
deixa sangrando um coração....
Herta Fischer.
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