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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

domingo, 2 de março de 2025

Quando se vê

Eu me vejo, quem sabe.  


Tu me olhas, será verdade?  

Em qual frente, mentes?  

O íntimo tanto acomoda quanto incomoda.  

Ir é sempre de repente,  

as estradas, inocentes.  

Resolver é matemática,  

resolver-se, sistemática.  

O tempo, sal que alivia a dor.  

Derruba árvores, mas rega a flor.  

Hertinha Fischer

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