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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

sábado, 13 de julho de 2024

Vale do apreço

Sossego e espera, mas mais espero do que sossego. Vejo-me desperdiçado a vagar, sementes vazias de tempo que me prendem a coisas sem valor, misturando-se às poucas que realmente valem a pena. Se vale, que valha; se não, que o vento leve. Vivo de súplicas dispersas, sempre atento ao que não vale. Mais vale o pouco que importa do que o vale irrelevante do prazer fútil e inútil.  

Hertinha Fischer







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