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Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Sempre a querer

Coração viajante,
viaja nas circunstância
que o acolhe,
em ruas geladas
se recolhe,
quando a solidão
alcança.
Mais que amar,
que nada, só desejo e ilusão,
e o resto leva na intenção.
Dói muitas vezes,
e raras vezes se cura,
até perece que gostas
de amargura.
Entrevado em trincheiras,
as escondidas vai de mansinho
até surgir em um nuance
alguém que merece seu
carinho.
Só então despertas, por
ainda acreditar,
em alguma forma
de amar, até a próxima
tentativa,  só
por não achar outra
alternativa.
Herta Fischer



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