Eu gosto de me encarar, as vezes,
só consigo isto, diante do espelho.
vejo nuvem em meu olhar,
que se dissipa, quando penso que
em mim, eu também te vejo.
Deixa-me visitar o teu silêncio,
sondar teu coração.
Para poder ter a ilusão .
de que ainda pensa em mim,
e que é meu teu coração.
Todos os dias, eu
te encontro,
dentro desta saudade
que é só minha.
Murada agora estou,
na esperança que tinha.
O sol nasceu mais uma vez,
Isto para mim é demais.
E, eu vou morrendo aos poucos,
na distancia de um tempo,
que não volta nunca mais.
Se me estendesse a mão,
e eu pudesse te tocar,
traria novamente para mim,
este amor que não tem fim.
Herta Fischer
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Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
terça-feira, 5 de novembro de 2013
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