Hoje escorçarei meus sentimentos como uma eufonia de acordes de nagô,
como um excêntrico ditador evolutivo encorajar alguns seguidores,
sobre a lustração de minha estrela sugerir.
Construir um mata-burro.Só entra quem pode.. só sai se for aberto os portões.
Sou um petrarquiano em busca de um picadeiro que possa exercitar esse meu dom com platéia,
mas, que seja sem restrição a alegria que de mim emana para desconsertar quem zomba de minha arte.
Garrir com som estridente nos infortúnios da minha loucura, que se rompe como arrozal em tempo de colheitas.
Não me chegue as macegas, em campos férteis pretendo florir, e dançar sobre uma retouca e descansar sob meu lamento.
Como num ato de eflorescência em época incerta, desnudo minha alma todos os dias na certeza de eclodir ideias fervorosas a respeito do respeito.
Contudo sobraçar todos os que com mansidão caminham comigo sem lambança, na sintonia de um carrilhão.
Herta Fischer.
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Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
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