Ah... que esperança é essa que me abastece...Que colheita é essa que de repente torna-se o que não queria colher?
Porém, meus seleiros se derramam, e minha alma na fome ainda vive..
Na conformidade dos meus dias cheios, de vazios se alimenta.
Que horas são essas que faz com que os ponteiros se adiantem,
e que se atrasem os meus sonhos.
Passarei, mas, não me dou por vencida.. No topo ainda verei a luz do outro lado
se mostrar grandiosa.
Porque a vida só pode ser vivida na troca de mãos,
que sorrateiramente escalam uma a uma os obstáculos e a canseira.
Que de tempos em tempos se renova na fé de quem acredita que a subida é bem mais dura que a descida,
mas, chegando lá em cima.. o prazer é bem maior.
Pois, sabe-se que já é um vencedor(a).
Herta Fischer.
Total de visualizações de página
Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
domingo, 17 de novembro de 2013
Assinar:
Postar comentários (Atom)
-
Queria novamente as estradas que percorriam minha alma, corajosas com suas nuvens de pó a fechar meus olhos. Dando nome ao novo, sussurrando...
-
Ando em linha reta pelos caminhos tortos, morro um pouco, mas não por completo. Sei que a justiça tarda, mas, um dia, ela trará as sua...
-
Eis que ainda brilha a esperança no pó da estrada. Sem cavaleiro, o cavalo troteia; sem trovador, os versos encontram seu destino. Ainda se ...
Nenhum comentário:
Postar um comentário