Total de visualizações de página

Eco do fim

Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Quebra de promessa

São incontáveis as vezes em que me peguei pensando na servidão.
Na solidão da escolha mal feita, nos acasos que são muitos,
e nas leis fracas dos homens.
No juramento sobre coação, um juramento diante de um homem,
sem sabermos ao certo, se somos capazes de cumprir.
Como já dizia Raul Seixas:
"-Quando jurei meu amor eu trai a mim mesmo".
E um padre nos obriga a confirmar, e nos coloca numa prisão perpétua, sobre um juramento sem vivencia.
Depois, então, como desfazer uma aliança, feita com o coração?
Como honrar uma promessa feita ao acaso, na pequena fé de um momento?
Não fazemos promessa para outros, o fazemos á nós mesmos.
Então, quando não cumprimos a promessa feita, não estamos sendo infiel ao outro, mas á nossa própria fé.
Quando Moisés deu carta de divórcio, ele pensava na possibilidade de um casamento não dar certo, de desonra a promessa feita. Pois muitas vezes, uma fagulha de incompreensão gera um fogaréu de violências.
Quando um descumpre a promessa, o outro sofre.
Qual passarinho, que estando preso a uma gaiola, não pense em fugir.
Amor é liberdade.
Onde há amor sincero, não se tem por que se preocupar.
O amor não pode ser só corpo, tem que ser espírito.
Porque nas tempestades o corpo não aguenta, é a fé que nos faz invencíveis.
Nem sempre trocar de parceiro é a solução, as vezes é trocar seis por meia duzia. Só nos casos de violência e desonra que o divorcio é a solução.
Uma família bem estruturada tem filhos saudáveis, e a sociedade agradece!
Herta Fischer.






Nenhum comentário:

Postar um comentário