Que pobre sou eu,
que canto no altar
da sua esperança.
Como noivo a
convidar a noiva
para a alcova, sentindo a
tristeza da espera.
longe, quem me dera,
estar de festas
infantis, com tantos
doces a me enlamear,
quando só de sossego me
aconchego.
Quisera ser só um anjo
a expectar la de cima,
a rir de minhas manias,
a ter que encará-las
sem sorrir.
Mesmo o sol, tão longínquo é
mais feliz, não
tem ouvido nem voz,
por isso não reclama,
quando não o querem.
Mas eu, tenho que
encarar-me e sossegar-me,
até mesmo quando
minha alma suspira
pela renúncia.
Não quero estar aqui
e estou, não quero ouvir,
e gritas, não quero
ver e me esfrega
na cara, todos
estes dias em vão.
Hertinha
Total de visualizações de página
Eco do fim
Enquanto novos caminhos se abrem, os meus já estão cansados. Quase sem fôlego, minha alma repousa. Houve um tempo de amar, de me cuidar para...
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Assinar:
Postar comentários (Atom)
-
Queria novamente as estradas que percorriam minha alma, corajosas com suas nuvens de pó a fechar meus olhos. Dando nome ao novo, sussurrando...
-
Ando em linha reta pelos caminhos tortos, morro um pouco, mas não por completo. Sei que a justiça tarda, mas, um dia, ela trará as sua...
-
Eis que ainda brilha a esperança no pó da estrada. Sem cavaleiro, o cavalo troteia; sem trovador, os versos encontram seu destino. Ainda se ...
Nenhum comentário:
Postar um comentário